“Aqui é o Marcelo, do financeiro. Perdi o celular e preciso resetar o MFA agora.”
“Claro, só confirmo seu ramal e libero.”
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+ todosa base inteira entra no dashboard do administrador
A BeSafe é uma plataforma de segurança do fator humano: a sua empresa dispara phishing simulado pelos canais que já usa, e quem cai aprende no próprio clique.
Você importa a base, escolhe o canal e marca a data. O treino já vem incluído.

“Aqui é o Marcelo, do financeiro. Perdi o celular e preciso resetar o MFA agora.”
“Claro, só confirmo seu ramal e libero.”
“Pedido de pagamento por e-mail exige confirmação por outro canal e registro do chamado antes da liberação.”
Canais do mesmo disparo
4 de 5O disparo sai pelas ferramentas que o seu time já usa







O seu time decide em segundos, sem tempo de conferir. Quem ataca conta com isso. Por isso a sua empresa manda primeiro, pelos mesmos lugares.
Treinar as pessoas é um dos controles que a sua auditoria já cobra
Ninguém aprende a reconhecer um golpe assistindo a um vídeo sobre golpes. Aprende caindo num, e vendo na hora o que entregou. Aqui cair não custa nada. Fora daqui, custa.
A base de funcionários entra no dashboard do administrador.
E-mail, Slack, Teams, Outlook ou WhatsApp, na data que o admin marcar.
Quem clica vê na hora o que entregou e o que poderia ter entregado.
O botão da tela abre o vídeo dentro do módulo daquele golpe.
Cada clique e cada vídeo assistido viram métrica nos dois dashboards.
O disparo seguinte mostra, em métrica, o que a aula anterior mudou.
E recomeça. O disparo seguinte mostra, em métrica, o que a aula anterior mudou.

Financeiro, comercial, RH e operações. A base entra uma vez e o disparo alcança cada área pelo canal que ela já usa todo dia.
Ver como funcionaQuem cairia hoje, o que essa pessoa aprenderia e quanto mudou no mês seguinte. Nada disso expõe quem errou.
A empresa dispara e-mail falso e mensagem de phishing pelos cinco canais que o time já usa.
Quem clica vê o que entregou e abre o vídeo daquele golpe no mesmo clique. O treino vem incluído.
Tudo vira métrica em dois dashboards: o da empresa e o de cada pessoa sobre o próprio percurso.
O mesmo pedido falso pode sair por e-mail, pelo Outlook, pelo Slack, pelo Teams ou pelo WhatsApp. Quem escolhe o canal de cada disparo é o administrador.
“Aqui é o Marcelo, do financeiro. Perdi o celular e preciso resetar o MFA agora.”
“Claro, só confirmo seu ramal e libero.”
O administrador vê a empresa inteira; cada pessoa vê o próprio percurso no dashboard dela. É a leitura que hoje quase ninguém tem, e sem placar entre colegas.
Dashboard do administradorOutubro · 12 disparos programados · 5 canais ativos
de 1.042 disparos, em cinco canais que a empresa já usa.
87%não clicaram
00:09do clique até a aula abrir
91%de quem clicou assistiu o vídeo
| Disparo | Canal | Área | Resultado |
|---|---|---|---|
| 1042 | Financeiro | Clicaram 9 | |
| 1038 | Teams | Comercial | Ninguém clicou |
| 1031 | Operações | Clicaram 3 | |
| 1024 | Slack | TI | Ninguém clicou |
Números de vitrine. O recorte e o denominador de cada um vivem no console, nunca aqui.
O que mudou foi o segundo seguinte ao clique. A pessoa vê o que entregou e assiste à aula ali, sem esperar o treinamento do ano que vem.
Mariana A.CISO · rede de saúde privada · [HIPÓTESE]Disparamos pelo Teams, que é onde o time conversa de verdade. O e-mail sozinho não testava o que acontece na nossa empresa.
Rafael T.Head de GRC · fintech de crédito · [HIPÓTESE]O jurídico liberou quando leu a tela que a pessoa recebe. Ela explica o golpe e abre o vídeo; não acusa ninguém.
Camila R.DPO · varejo com PCI · [HIPÓTESE]São as onze que aparecem em toda conversa, de TI a compras. Se a sua não estiver aqui, pergunte pelo formulário.
Falar com a genteO produto
É uma plataforma de phishing simulado com a aula no mesmo clique. A empresa dispara os e-mails falsos e as mensagens por conta própria, pelos canais que já usa, e quem cai vê na hora quais dados da empresa foram comprometidos e quais poderiam ter sido. O botão dessa tela abre o vídeo dentro do módulo daquele golpe. O treino não é um serviço à parte: vem incluído.
Essas ferramentas cuidam de hardware e de software. Existe uma camada que elas não alcançam: o que acontece entre os colaboradores. Uma pessoa entrega uma informação privilegiada, outra concede acesso a quem não deveria ter, uma terceira vaza um dado sem perceber. Acontece sem querer, de propósito ou sob pressão, e a maior parte acontece com quem não trabalha com tecnologia e recebeu uma mensagem convincente.
E-mail, Slack, Teams, Outlook e WhatsApp. São os canais que a empresa já usa todos os dias, e a integração com os cinco existe desde o início. Quem escolhe o canal de cada disparo é o administrador, no dashboard.
Quem cai
Uma tela, na hora do clique. Ela diz que a pessoa caiu num golpe, que isso não poderia ter acontecido e que é preciso cuidado ao clicar. Depois mostra quais dados da empresa foram comprometidos e quais poderiam ter sido. No fim tem um botão para entender o que aconteceu e como evitar que aconteça de novo, que leva direto ao vídeo dentro do módulo.
Não. A regra do produto é que a pessoa nunca é culpada: quem cai aprende, não é avaliado nem ranqueado. As aulas são didáticas e informais justamente para ensinar sem fazer quem errou se sentir réu. O dashboard do colaborador existe para a própria pessoa acompanhar o percurso dela.
É a objeção mais comum, e ela cai quando os dois leem o que a pessoa vê. Não há placar, não há exposição entre colegas e não há consequência disciplinar saindo da plataforma: o que a tela faz é explicar o golpe e abrir o vídeo. Esta página não substitui a análise do seu jurídico, e a gente prefere que ela aconteça antes do primeiro disparo.
O dia a dia
O administrador importa: nome, e-mail corporativo, telefone e os demais dados de contato corporativos. É essa base que define quem pode receber um disparo, e ela fica sob a conta da própria empresa.
A empresa. A plataforma é operada pelo administrador: ele escolhe quando, para quem e por qual canal. Não é consultoria, e o disparo não espera a agenda de ninguém daqui.
Sim. O conteúdo dos módulos se mantém atualizado por APIs de inteligência de ameaças, que trazem os golpes novos e os antigos que seguem rodando. Cada módulo explica um tipo de golpe e as formas de invasão, e cada um tem vários vídeos.
Planos
Três coisas, e só elas: quantidade de colaboradores, quantidade de disparos por mês e quantidade e profundidade das métricas. A plataforma é a mesma nos três, com os mesmos canais e o mesmo treino incluído.
A página de planos tem a tabela, com seletor de ciclo e de tamanho da base. Os valores que estão lá são provisórios, e a própria página diz isso: o preço fechado sai na proposta. O que não muda é a forma de cobrar, por empresa e por ciclo.
Quem cair vê na hora o que entregou e assiste à aula sobre aquele golpe, dentro do módulo. Sai muito mais barato descobrir isso num teste.
Treino incluídoCinco canaisNinguém é culpado