O iFood confirmou 1,2 milhão de cadastros expostos e negou a base de 43,8 milhões.
A empresa admitiu exposição de nome e CPF em incidente de dezembro de 2025 e disse não ter encontrado evidência que sustente o número maior, alegado em fórum criminoso.
Origem não divulgadaO iFood confirmou em 2 de junho de 2026 a exposição de dados cadastrais de cerca de 1,2 milhão de usuários, algo próximo de 2% da sua base ativa. Segundo a empresa, foram expostos apenas nome e CPF, sem comprometimento de senhas, meios de pagamento ou registros financeiros. O incidente teria ocorrido em dezembro de 2025.
Em paralelo, um usuário anônimo em fórum criminoso alegou ter acesso a uma base de 43,8 milhões de registros. O iFood declarou não ter encontrado evidências que sustentem a alegação. Esse número maior permanece não confirmado e não foi validado de forma independente.
A companhia não divulgou a origem técnica da falha. Sem manifestação oficial sobre esse ponto, não dá para afirmar se houve acesso indevido a sistemas, erro operacional ou exposição interna, e aqui não vamos preencher essa lacuna com suposição.
Nome e CPF parecem pouco até virarem o pretexto da ligação seguinte. Dado cadastral vazado é matéria-prima de engenharia social: é com ele que o golpista soa legítimo nos primeiros dez segundos da chamada.


