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VazamentoEstados Unidos4 min

Um login de suporte, sem segundo fator, abriu o portal de dados de alunos da PowerSchool.

A empresa disse que a conta era de uma contratada de suporte e que aquele acesso não exigia MFA. Não publicou quantos estudantes foram atingidos.

Sala de secretaria escolar com um notebook fechado e um cordão de crachá sem marca sobre a mesaCredencial sem MFA
Imagem ilustrativa

A PowerSchool informou clientes que invasores entraram num portal de suporte ao cliente com uma única conta de manutenção comprometida, ligada a uma contratada técnica. A porta-voz Beth Keebler confirmou à TechCrunch que essa conta não estava protegida por autenticação de múltiplos fatores. A empresa disse que o MFA foi implantado depois, e que houve reset geral de senha das contas do portal PowerSource.

O material levado, segundo o FAQ enviado às escolas, inclui dados sensíveis de alunos e professores: em parte dos distritos, Social Security, notas e informações médicas, além de contatos de pais. A PowerSchool não publicou o total de pessoas. O software atende mais de 18 mil clientes e mais de 60 milhões de estudantes, esse é o alcance do produto, não a contagem do vazamento. Distritos disseram à TechCrunch que os logs mostravam a extração do histórico que eles próprios tinham carregado.

A TechCrunch também descreveu um computador de um engenheiro da PowerSchool infectado pelo infostealer LummaC2, com senhas internas roubadas em 2024 ou antes. A empresa disse que a pessoa da conta usada no portal não tinha acesso à AWS e que não podia confirmar aquele relato sem ver as credenciais. São dois fios. O que a PowerSchool confirmou é o primeiro: uma credencial de suporte, sem segundo fator.

A leitura da BeSafe

Uma conta de manutenção de contratada é o tipo de acesso que ninguém demonstra no slide de arquitetura. Sem segundo fator, ela vale tanto quanto a rede. O teste é se essa conta ainda existe, se ainda entra, e se alguém nota.

Leia a reportagem originalTechCrunch

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