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Engenharia socialNão divulgado4 min

Dois funcionários recusaram a chamada. O terceiro abriu o acesso remoto.

A equipe de resposta da Microsoft reconstituiu um ataque que não explorou falha de software: ligações pelo Teams se passando por suporte de TI, até alguém aceitar.

Tela de notebook com uma interface de videochamada desfocada e um headset ao ladoVishing por Teams
Imagem ilustrativa

A equipe de resposta a incidentes da Microsoft publicou a reconstituição de um ataque que não explorou nenhuma falha de software. Os criminosos usaram chamadas de voz pelo Microsoft Teams, apresentando-se como suporte de TI, e abordaram vários funcionários da mesma organização. Duas pessoas recusaram o contato; a terceira autorizou uma sessão de acesso remoto pelo Quick Assist.

Com a sessão aberta, o atacante conduziu o usuário a um site malicioso, onde ele digitou credenciais corporativas. Em seguida foram instalados vários componentes, entre eles um pacote disfarçado que usava carregamento lateral de DLL para estabelecer comunicação com o servidor de comando e controle. A Microsoft afirma que a intrusão foi contida e teve alcance limitado.

As recomendações do relatório são restringir comunicação externa no Teams, adotar lista de domínios confiáveis e desativar ferramentas de acesso remoto desnecessárias. O relatório não informa setor, país nem porte da organização atingida.

A leitura da BeSafe

Dois em três recusaram, e isso não bastou. É a estatística que resume o problema: campanha de voz não precisa de taxa de acerto, precisa de uma pessoa. Por isso a medida certa é por procedimento, não por percentual de acerto do time.

Leia a reportagem originalMicrosoft Security Blog · fonte primária

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