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VazamentoEstados Unidos4 min

Uma aplicação de terceiros virou a porta de entrada para os dados de 4,4 milhões da TransUnion.

A empresa descreveu acesso não autorizado a um aplicativo usado no suporte ao consumidor nos EUA. Nome, data de nascimento e Social Security constam do protocolo no Texas. A técnica de entrada não foi nomeada no aviso.

Mesa de atendimento vazia com um headset e dois monitores apagados sob a luz da tardeAplicação de terceiro
Imagem ilustrativa

A TransUnion informou que um aplicativo de terceiro, usado nas operações de suporte ao consumidor nos Estados Unidos, foi acessado sem autorização em 28 de julho de 2025. A descoberta, segundo o protocolo no Maine citado pela imprensa, ocorreu dois dias depois. A empresa disse que a base central de crédito e os relatórios de crédito não entraram no incidente.

O protocolo no Texas, segundo a TechCrunch, confirma que os dados levados incluem nomes, datas de nascimento e números de Social Security. O SecurityWeek registrou 4.461.511 pessoas notificadas ao Maine e 24 meses de monitoramento de crédito. A TransUnion não nomeou o aplicativo.

Reportagens posteriores ligaram o caso à onda de extorsão via Salesforce. Os avisos citados pela TechCrunch e pelo SecurityWeek não descrevem a técnica de entrada. Engenharia social, nesse episódio, é contexto da campanha, não uma frase da TransUnion.

A leitura da BeSafe

O suporte guarda o dado que o cliente repetiu ao telefone. Quando esse dado mora num aplicativo de terceiro, o teste do procedimento tem de incluir quem atende e o que essa ferramenta deixa exportar depois de um acesso legítimo.

Leia a reportagem originalTechCrunch

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